Para além de ainda não ter encontrado material gráfico com a cara deste senhor... Esta imagem (oficial do site) é do pior, mas o site em si é capaz de tudo fotográficamente, do pior e do melhor...
PS- Pago um fino ao primeiro que descobrir que é o sujeito
Digam a este senhor que há profissionais (que utilizam umas engenhocas chamadas maquinas fotográficas) capazes de o pôr bonito, ou quase-bonito... ou pronto... apresentável para não ter vergonha de se esconder na sombra...
Gémeos inseparavéis (estarão unidos pelos braços?), imaginem o fatinho preto, o chapeu de côco, a bengala e, claro, o bigodinho... Já parecem outras personagens? Deixem lá... São tantas as possibilidades...
Chegou o Super-Herói para salvar Portugal da mediocridade. Já o imagino de gel no cabelo (com o sempre rebelde caracol a pender na testa) e capa vermelha a esvoaçar nas costas...
Temos um avozinho viajante, que quer ir prás europas... Com uma guitarra na mão e uma camisa de xadrez ficava bem em qualquer sala, à lareira, de mantinha nos joelhos a contar histórias de viagens...
Para quem tinha saudades da Manela (a outra) esta veio para lhe tomar o lugar e explicar aos espectadores/eleitores a verdade do país... Parece concentrada no teleponto e falta-lhe o interlocutor inteligente.
O marketing politico é sempre divertido de analisar. Ínicio uma pequena volta pelos alter-egos dos nossos candidatos às eleições europeias, e a forma como mostram a cara nas nossas ruas...
Todos os comentários a desancar neles são bem vindos, eu fico-me pelas comparações...
"De seu nome completo Vasco de Oliveira Granja, nasceu a 10 de Julho de 1925, no bairro de Campo de Ourique, em Lisboa em Portugal[1], vindo a falecer em Cascais, na madrugada do dia 4 de Maio de 2009. Estudou na escola 12 do Bairro Alto, em Lisboa, e na Escola Industrial Machado de Castro, a qual abandonou após uma reprovação na disciplina de álgebra, no quarto ano. Aos 15 anos de idade, encontrou o seu primeiro emprego, nos Armazéns do Chiado. Era responsável pelas amostras de seda que eram oferecidas às clientes. Algum tempo mais tarde, foi transferido para o departamento de publicidade, quando notaram que tinha um grande gosto pela leitura. Pintava cartazes com anúncios para as montras. Como o ordenado não era suficiente, mudou de emprego, tendo ido trabalhar para a Foto Áurea, na Rua do Ouro, em Lisboa, estabelecimento esse que hoje já não existe. Nessa altura, visitava com frequência a Biblioteca Nacional, que estava aberta aos jovens. Interessava-se já por museus, pintura e pelo desporto, tendo sido sócio do Benfica durante algum tempo. Durante a sua infância, apaixonou-se pelo cinema. Como na altura não existia classificação etária nos cinemas, percorreu todos os que existiam em Lisboa."