Remi Ochlik nasceu em 1983 em França e morreu a 22 de Fevereiro de 2012 na Síria.
Fotografou a revolução árabe e acabou morto por ela (in Público).
A saber mais em:
Remi Ochlik (website oficial)
Wikipédia
Público
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sexta-feira, fevereiro 24, 2012
domingo, junho 26, 2011
Ultimas actualizações
Há já bastante tempo que este blog se encontra em retiro, não de forma voluntária, mas pela tradicional desculpa da falta de tempo... Nunca me considerei um blogger no sentido que a expressão tinha no auge dos blogs. Mas este título existe desde antes da febre bloguista e permanece na mutação do seu sentido, talvez por isso mesmo se tenha mantido de forma pouco enérgica no cyberespaço, porque sempre pretendi que este espaço fosse de reflexão, menosprezando as actualidades, que apareceriam mediante a oportunidade (minha e não delas próprias).
Neste momento lamento não poder ter uma maior regularidade de posts, mas o blog não está morto, tenho-o mantido como actualização pessoal. Talvez os poucos leitores ainda não tenham percebido, mas a existência deste blog mantém-se sobretudo pela quantidade de links e contactos referentes à área da fotografia que se encontram aqui do lado, e que têm crescido ao longo do tempo.
É uma ambição minha poder fazer pequenas chamadas de atenção de cada vez que entra um novo conjunto de ligações, mas a opurtunidade não tem surgido (a minha, portanto, já que os links têm surgido).
Assim, deixo uma nota para um conjunto de links que mudou de nome "Jovens e futuros fotógrafos", que anteriormente se chamava "Alunos de Fotografia", aqui têm surgido muitos novos links para blogs de jovens que trabalham a fotografia, na sua maior parte estudantes de fotografia, em outros casos jovens curiosos a experimentar este mundo da imagem. Sugiro uma visita e o comentário construtivo, alguns são mais activos que outros, uns mais interessantes que outros, uns com mais trabalho que outros, mas todos meritórios do reconhecimento pelo esforço individual e criatividade demonstrada.
A todos os que ainda aqui param um bem-haja e até breve...
Neste momento lamento não poder ter uma maior regularidade de posts, mas o blog não está morto, tenho-o mantido como actualização pessoal. Talvez os poucos leitores ainda não tenham percebido, mas a existência deste blog mantém-se sobretudo pela quantidade de links e contactos referentes à área da fotografia que se encontram aqui do lado, e que têm crescido ao longo do tempo.
É uma ambição minha poder fazer pequenas chamadas de atenção de cada vez que entra um novo conjunto de ligações, mas a opurtunidade não tem surgido (a minha, portanto, já que os links têm surgido).
Assim, deixo uma nota para um conjunto de links que mudou de nome "Jovens e futuros fotógrafos", que anteriormente se chamava "Alunos de Fotografia", aqui têm surgido muitos novos links para blogs de jovens que trabalham a fotografia, na sua maior parte estudantes de fotografia, em outros casos jovens curiosos a experimentar este mundo da imagem. Sugiro uma visita e o comentário construtivo, alguns são mais activos que outros, uns mais interessantes que outros, uns com mais trabalho que outros, mas todos meritórios do reconhecimento pelo esforço individual e criatividade demonstrada.
A todos os que ainda aqui param um bem-haja e até breve...
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Divulgação,
Reflexões
terça-feira, fevereiro 22, 2011
A ética da verdade
A história de Kevin Carter é frequentemente contada entre fotojornalistas de cenários de crise como aviso aos novatos. Esta fotografia tornou-se um símbolo da fome no Sudão e foi-me trazida à memória pela noticia no JN de hoje.
"A ética da verdade" pode parecer um titulo paradoxal mas recorda-nos as subtilezas de noticiar e dar a conhecer a dura realidade deste mundo em que vivemos. Esta imagem ganhou o prémio Pulitzer, o fotógrafo suicidou-se 2 meses depois de o ganhar, a criança sobreviveu...
É o perigo de se fotografar demasiado perto as misérias humanas...
Esta história recorda-me as palavras de Christopher Morris, fotógrafo de guerra da VII Photo Agency juntamente com James Nachtwey, que um dia ouvi descrever como fotografava cenários de guerra mas se recusava a fotografar a Fome...
Recorda-me trabalhos como os de Luc Delahaye ou Paul Seawright...
Recorda-me percursos de vida como de Robert Capa ou Don McCullin...
Algo a meditar...
A saber mais:
Kevin Carter na Wikipédia
"The Death of Kevin Carter", um filme de Dan Krauss
"As várias mortes de Kevin Carter" no bitaites
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Fotojornalismo,
Outros autores,
Reflexões
sábado, julho 10, 2010
Um estado que não sabe lidar com homens feitos de uma só peça
PAULO NOZOLINO DEVOLVE PRÉMIO AICA/MC
COMUNICADO
Recuso na sua totalidade o Prémio AICA/MC 2009 em repúdio pelo comportamento obsceno e de má fé que caracteriza a actuação do Estado português na efectiva atribuição do valor monetário do mesmo. O Estado, representado na figura do Ministério da Cultura (DGARTES), em vez de premiar um artista reconhecido por um júri idóneo pune-o! Ao abrigo de “um parecer” obscuro do Ministério das Finanças, todos os prémios de teor literário, artístico e científico não sujeitos a concurso são taxados em 10% em sede de IRS, ao contrário do que acontece com todos os prémios do mesmo cariz abertos a candidaturas.
A saber: Quem concorre para ganhar um prémio está isento de impostos pelo Código de IRS. Quem, sem pedir, é premiado tem que dividir o seu valor com o Estado!
Na cerimónia de atribuição do Prémio foi-me entregue um envelope não com o esperado cheque de dez mil euros, como anunciado publicamente, mas sim com uma promessa de transferência bancária dessa mesma soma, assinada por Jorge Barreto Xavier, Director Geral das Artes. No dia seguinte, depois do espectáculo, das luzes e do social, recebo um e-mail exigindo-me que fornecesse, para que essa transferência fosse efectuada, certidões actualizadas da minha situação contributiva e tributária, bem como o preenchimento de uma nota de honorários, onde me aplicam a mencionada taxa de 10%, cuja existência é justificada pelo Director Geral das Artes como decorrendo de um pedido efectuado por aquela entidade à Direcção-Geral dos Impostos para emitir “um parecer no sentido de que, regra geral, o valor destes prémios fosse sujeito a IRS”.
Tomo o pedido de apresentação das certidões como uma acusação da parte do Estado de que não tenho a minha situação fiscal em dia e considero esse pedido uma atitude de má fé. A nota de honorários implica que prestei serviços à DGARTES. Não é verdade. Nunca poderia assinar tal documento.
Se tivesse sido informado do presente envenenado em que tudo isto consiste não teria aceite passar por esta charada.
Nunca, em todos os prémios que recebi, privados ou públicos, no país ou no estrangeiro, senti esta desconfiança e mesquinhez. É a primeira vez que sinto a burocracia e a avidez da parte de quem pretende premiar Arte. Não vou permitir ser aproveitado por um Ministério da Cultura ao qual nunca pedi nada. Recuso a penhora do meu nome e obra com estas perversas condições. Devolvo o diploma à AICA, rejeito o dinheiro do Estado e exijo não constar do historial deste prémio.
Paulo Nozolino
1 de Julho de 2010
in Frenesi - livros
saber mais in Público
COMUNICADO
Recuso na sua totalidade o Prémio AICA/MC 2009 em repúdio pelo comportamento obsceno e de má fé que caracteriza a actuação do Estado português na efectiva atribuição do valor monetário do mesmo. O Estado, representado na figura do Ministério da Cultura (DGARTES), em vez de premiar um artista reconhecido por um júri idóneo pune-o! Ao abrigo de “um parecer” obscuro do Ministério das Finanças, todos os prémios de teor literário, artístico e científico não sujeitos a concurso são taxados em 10% em sede de IRS, ao contrário do que acontece com todos os prémios do mesmo cariz abertos a candidaturas.
A saber: Quem concorre para ganhar um prémio está isento de impostos pelo Código de IRS. Quem, sem pedir, é premiado tem que dividir o seu valor com o Estado!
Na cerimónia de atribuição do Prémio foi-me entregue um envelope não com o esperado cheque de dez mil euros, como anunciado publicamente, mas sim com uma promessa de transferência bancária dessa mesma soma, assinada por Jorge Barreto Xavier, Director Geral das Artes. No dia seguinte, depois do espectáculo, das luzes e do social, recebo um e-mail exigindo-me que fornecesse, para que essa transferência fosse efectuada, certidões actualizadas da minha situação contributiva e tributária, bem como o preenchimento de uma nota de honorários, onde me aplicam a mencionada taxa de 10%, cuja existência é justificada pelo Director Geral das Artes como decorrendo de um pedido efectuado por aquela entidade à Direcção-Geral dos Impostos para emitir “um parecer no sentido de que, regra geral, o valor destes prémios fosse sujeito a IRS”.
Tomo o pedido de apresentação das certidões como uma acusação da parte do Estado de que não tenho a minha situação fiscal em dia e considero esse pedido uma atitude de má fé. A nota de honorários implica que prestei serviços à DGARTES. Não é verdade. Nunca poderia assinar tal documento.
Se tivesse sido informado do presente envenenado em que tudo isto consiste não teria aceite passar por esta charada.
Nunca, em todos os prémios que recebi, privados ou públicos, no país ou no estrangeiro, senti esta desconfiança e mesquinhez. É a primeira vez que sinto a burocracia e a avidez da parte de quem pretende premiar Arte. Não vou permitir ser aproveitado por um Ministério da Cultura ao qual nunca pedi nada. Recuso a penhora do meu nome e obra com estas perversas condições. Devolvo o diploma à AICA, rejeito o dinheiro do Estado e exijo não constar do historial deste prémio.
Paulo Nozolino
1 de Julho de 2010
in Frenesi - livros
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Hoje acordei assim...,
Reflexões
quarta-feira, maio 26, 2010
Educação - Criatividade e Revolução
"Há dois tipos de pessoas: aquelas que dividem o mundo em dois tipos e aquelas que não..."
"A educação não precisa de reformas, precisa de uma revolução!
Os recursos humanos são como recursos naturais, a ser procurados e explorados! A educação faz-se de exploração e descoberta.
Aqui fica a mais recente palestra de Sir Ken Robinson na TED.
Para quem não conhece fica também a de 2006 sobre criatividade, por onde devem começar...
Sir Ken Robinson: Bring on the learning revolution!
Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (1/2)
Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (2/2)
PS - Conheci a TED com esta conferencia de 2006, Sir Ken Robinson mais que um pedagogo (de si muito válido) é um contador de histórias, agora perguntem-se quem usa relógio de pulso... e porquê...
"A educação não precisa de reformas, precisa de uma revolução!
Os recursos humanos são como recursos naturais, a ser procurados e explorados! A educação faz-se de exploração e descoberta.
Aqui fica a mais recente palestra de Sir Ken Robinson na TED.
Para quem não conhece fica também a de 2006 sobre criatividade, por onde devem começar...
Sir Ken Robinson: Bring on the learning revolution!
Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (1/2)
Ken Robinson: Escolas matam a criatividade? (2/2)
PS - Conheci a TED com esta conferencia de 2006, Sir Ken Robinson mais que um pedagogo (de si muito válido) é um contador de histórias, agora perguntem-se quem usa relógio de pulso... e porquê...
sexta-feira, maio 14, 2010
Estórias curtas
(Enquanto procuro inspiração caiu-me isto na rifa...)
Um dia Ernest Hemingway declarou que a melhor história que alguma vez escrevera tinha seis palavras: “For sale: baby shoes, never worn” – “À venda: sapatos de bebé, como novos.”
Anos mais tarde “The Guardian” fez o desafio a 35 escritores de língua inglesa para que escrevessem uma história com o máximo de seis palavras.
Por ocasião de um Dia Mundial do Livro, admite que em 2007, o “Diário de Notícias” fez o mesmo desafio a vários autores portugueses. Dessas histórias escolheu estas:
“Exigência” de Gonçalo M. Tavares:
“Um poeta cego pediu mais janelas para a sua casa”,
“Aviso” de José Luís Peixoto
:“A personagem principal chegará atrasada. É favor esperar”.
“Sem título” de João Tordo:
“Homem mata anão; Espectáculo cancelado.”
“Sem título” de Valter Hugo Mãe
:“O crente morreu e foi feliz para sempre.”
“Sem título” de Hélia Correia:
:“Queria um ladrão. Só encontrou homens honestos. Ainda assim, casou”
.
“Sem título”, também de Hélia Correia:
“Quando o comboio bateu, ela esquecera a razão do suicídio”
in, http://diasquevoam.blogspot.com/2009/02/historias-curtas.html
Um dia Ernest Hemingway declarou que a melhor história que alguma vez escrevera tinha seis palavras: “For sale: baby shoes, never worn” – “À venda: sapatos de bebé, como novos.”
Anos mais tarde “The Guardian” fez o desafio a 35 escritores de língua inglesa para que escrevessem uma história com o máximo de seis palavras.
Por ocasião de um Dia Mundial do Livro, admite que em 2007, o “Diário de Notícias” fez o mesmo desafio a vários autores portugueses. Dessas histórias escolheu estas:
“Exigência” de Gonçalo M. Tavares:
“Um poeta cego pediu mais janelas para a sua casa”,
“Aviso” de José Luís Peixoto
:“A personagem principal chegará atrasada. É favor esperar”.
“Sem título” de João Tordo:
“Homem mata anão; Espectáculo cancelado.”
“Sem título” de Valter Hugo Mãe
:“O crente morreu e foi feliz para sempre.”
“Sem título” de Hélia Correia:
:“Queria um ladrão. Só encontrou homens honestos. Ainda assim, casou”
.
“Sem título”, também de Hélia Correia:
“Quando o comboio bateu, ela esquecera a razão do suicídio”
in, http://diasquevoam.blogspot.com/2009/02/historias-curtas.html
quarta-feira, maio 20, 2009
Resumindo e concluindo: Desisto!
Em jeito de conclusão...
O trabalho fotográfico apresentado nestas eleições europeias (para já) divide-se em 2 partes claras: a primeira com dinheiro e estupidificante a outra sem dinheiro e estupidificada...
Esta conclusão parece do Vasco Pulido Valente...
Quem tem dinheiro assume leituras pouco lisonjeiras (intelectualmente) para os próprios candidatos e menosprezam os eleitores.
Quem não tem caça com gato, deixando no ar a dúvida: será ignorância ou simples prepotencia...
Eu por mim desisto de ocupar este espaço com parvoices e vou continuar a rir-me da "idiotice" que nasce nas nossas ruas todos os dias como cogumelos mágicos... ;)
O trabalho fotográfico apresentado nestas eleições europeias (para já) divide-se em 2 partes claras: a primeira com dinheiro e estupidificante a outra sem dinheiro e estupidificada...
Esta conclusão parece do Vasco Pulido Valente...
Quem tem dinheiro assume leituras pouco lisonjeiras (intelectualmente) para os próprios candidatos e menosprezam os eleitores.
Quem não tem caça com gato, deixando no ar a dúvida: será ignorância ou simples prepotencia...
Eu por mim desisto de ocupar este espaço com parvoices e vou continuar a rir-me da "idiotice" que nasce nas nossas ruas todos os dias como cogumelos mágicos... ;)
O cozinheiro, o ladrão, a mulher dele e o amante dela
quarta-feira, maio 13, 2009
"O Homem-invisivel" e "onde está o Wally"
Descubram quem é o candidato mistério...
E aproveitem descubram fotos do Wally...
Michael Jackson

Michael Jackson versão "i'm bad"
Quem é ele, quem é?
Para além de ainda não ter encontrado material gráfico com a cara deste senhor... Esta imagem (oficial do site) é do pior, mas o site em si é capaz de tudo fotográficamente, do pior e do melhor...
PS- Pago um fino ao primeiro que descobrir que é o sujeito
Patinho feio
Dupond et Dupont
Clark Kent
Avô Cantigas
Manuela Moura Guedes

Para quem tinha saudades da Manela (a outra) esta veio para lhe tomar o lugar e explicar aos espectadores/eleitores a verdade do país... Parece concentrada no teleponto e falta-lhe o interlocutor inteligente.
O marketing politico é sempre divertido de analisar. Ínicio uma pequena volta pelos alter-egos dos nossos candidatos às eleições europeias, e a forma como mostram a cara nas nossas ruas...
Todos os comentários a desancar neles são bem vindos, eu fico-me pelas comparações...
quinta-feira, dezembro 27, 2007
As minhas bandas sonoras
Desafio feito, desafio aceite!
O Jorge C. decidiu desafiar a malta a para eleger 5 bandas sonoras de eleição, ora sendo o cinema uma paixão comum, cá ficam os resultados da sondagem interna feita cá no sítio:
"Em carne viva", Almodóvar
o Almodóvar além de um excelente realizador, tem bom gosto no som...
"O bom, o mau e o vilão", Sergio Leone e "A missão", Roland Joffé
uma dupla do Morricone, com tanta coisa por onde escolher, estes dois parecem-me essenciais...
"De olhos bem fechados", Kubrick
simplesmente brutal!
"O estranho mundo de Jack", Tim Burton
o humor negro chega às bandas sonoras...
"Kill Bill", Tarantino
indispensável... Se bem que a escolha poderia cair noutros filmes seus.
As minhas escolhas têm mais a ver com o cinema do que com a música em si, curiosamente, ouço todas estas bandas sonoras sem o filme, pelo menos em parte...
PS - Afinal não foram 5, mas a tarefa também não era fácil...
O Jorge C. decidiu desafiar a malta a para eleger 5 bandas sonoras de eleição, ora sendo o cinema uma paixão comum, cá ficam os resultados da sondagem interna feita cá no sítio:
"Em carne viva", Almodóvar
o Almodóvar além de um excelente realizador, tem bom gosto no som...
"O bom, o mau e o vilão", Sergio Leone e "A missão", Roland Joffé
uma dupla do Morricone, com tanta coisa por onde escolher, estes dois parecem-me essenciais...
"De olhos bem fechados", Kubrick
simplesmente brutal!
"O estranho mundo de Jack", Tim Burton
o humor negro chega às bandas sonoras...
"Kill Bill", Tarantino
indispensável... Se bem que a escolha poderia cair noutros filmes seus.
As minhas escolhas têm mais a ver com o cinema do que com a música em si, curiosamente, ouço todas estas bandas sonoras sem o filme, pelo menos em parte...
PS - Afinal não foram 5, mas a tarefa também não era fácil...
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