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quarta-feira, abril 18, 2012

KV Switzer na maratona de Boston

Há fotografias que fazem história...

Em 1967 as mulheres ainda não podiam participar na maratona, dizia a organização da maratona de Boston, por exemplo, que as mulheres não eram capazes fisicamente de participar...

KV Switzer inscreveu-se, correu e terminou a maratona neste ano, contudo as fotografias que lhe foram tiradas ficaram na história assim como o seu feito.

K de Katherine consegiu iludir os juizes na inscrição, mas durante a prova foram os seus parceiros de corrida a impedir a actuação desses juizes.




quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Filmes sobre fotografia

Aqui fica uma listagem de 50 dos melhores filmes relacionados com fotografia a explorar.

http://www.aphotostudent.com/2009/11/30/movies-about-photography/

quinta-feira, agosto 12, 2010

Dia 9

"Deve ser dado descanso aos espíritos; repousados, eles ficam melhores e mais vigorosos." - Séneca

Dia 8


Noites quentes, António Manuel Rodrigues

Dia 7


O regresso, António Manuel Rodrigues

Dia 6


Vila Franca de Xira, António Manuel Rodrigues

Dia 5

"A greve é a linguagem dos que não são ouvidos" - Martin Luther King

E o que acontece quando as máquinas decidem "falar"?

Dia 4


Carvalhais, S. Pedro do Sul, António Manuel Rodrigues

Dia 3


Carvalhais, Atei, António Manuel Rodrigues

terça-feira, agosto 03, 2010

Dia 2


Campanhã, António Manuel Rodrigues

domingo, agosto 01, 2010

Dia 1

Parque Paleozóico de Valongo, António Manuel Rodrigues
 

PS - Começam as férias...

sábado, julho 10, 2010

Um estado que não sabe lidar com homens feitos de uma só peça

PAULO NOZOLINO DEVOLVE PRÉMIO AICA/MC


COMUNICADO

  Recuso na sua totalidade o Prémio AICA/MC 2009 em repúdio pelo comportamento obsceno e de má fé que caracteriza a actuação do Estado português na efectiva atribuição do valor monetário do mesmo. O Estado, representado na figura do Ministério da Cultura (DGARTES), em vez de premiar um artista reconhecido por um júri idóneo pune-o! Ao abrigo de “um parecer” obscuro do Ministério das Finanças, todos os prémios de teor literário, artístico e científico não sujeitos a concurso são taxados em 10% em sede de IRS, ao contrário do que acontece com todos os prémios do mesmo cariz abertos a candidaturas.
A saber: Quem concorre para ganhar um prémio está isento de impostos pelo Código de IRS. Quem, sem pedir, é premiado tem que dividir o seu valor com o Estado!


  Na cerimónia de atribuição do Prémio foi-me entregue um envelope não com o esperado cheque de dez mil euros, como anunciado publicamente, mas sim com uma promessa de transferência bancária dessa mesma soma, assinada por Jorge Barreto Xavier, Director Geral das Artes. No dia seguinte, depois do espectáculo, das luzes e do social, recebo um e-mail exigindo-me que fornecesse, para que essa transferência fosse efectuada, certidões actualizadas da minha situação contributiva e tributária, bem como o preenchimento de uma nota de honorários, onde me aplicam a mencionada taxa de 10%, cuja existência é justificada pelo Director Geral das Artes como decorrendo de um pedido efectuado por aquela entidade à Direcção-Geral dos Impostos para emitir “um parecer no sentido de que, regra geral, o valor destes prémios fosse sujeito a IRS”.


  Tomo o pedido de apresentação das certidões como uma acusação da parte do Estado de que não tenho a minha situação fiscal em dia e considero esse pedido uma atitude de má fé. A nota de honorários implica que prestei serviços à DGARTES. Não é verdade. Nunca poderia assinar tal documento.


  Se tivesse sido informado do presente envenenado em que tudo isto consiste não teria aceite passar por esta charada.


  Nunca, em todos os prémios que recebi, privados ou públicos, no país ou no estrangeiro, senti esta desconfiança e mesquinhez. É a primeira vez que sinto a burocracia e a avidez da parte de quem pretende premiar Arte. Não vou permitir ser aproveitado por um Ministério da Cultura ao qual nunca pedi nada. Recuso a penhora do meu nome e obra com estas perversas condições. Devolvo o diploma à AICA, rejeito o dinheiro do Estado e exijo não constar do historial deste prémio.

Paulo Nozolino
1 de Julho de 2010



in Frenesi - livros
saber mais in Público

domingo, junho 20, 2010

A maior flor do mundo

sexta-feira, junho 04, 2010

Ontem acordei assim...

segunda-feira, maio 31, 2010

A visitar...

A introdução ao meu blogue é feita por estes dias com (dois pontos e abre parêntesis)

Estaleiro de Artes Visuais

Diário (às vezes) de um fotógrafo (cada vez menos)


(fecha parêntesis e paragrafo)

A explicação é, como sabem aqueles que me vão acompanhando com a periodicidade possível, um bando de imberbes, rebeldes, qualificáveis com uma série de adjectivos que não sou capaz de aqui expor, por pudor e por conflitos existenciais...

Mas o facto de me manter fotógrafo, não fotografando, prende-se com o alimentar fotográfico em outros, isto é...
Já não me lembro da ultima vez que fotografei (a sério...), mas mantenho um profundo prazer na fotografia (de uma forma constante) pelos pequenos toques que vou dando nestes balões de ar para que se mantenham no ar, flutuando ao sabor da sua própria vontade.

Querem ver os balões? Vão a:

Operador de fotografia da Oficina 1º ano
Operador de fotografia da Oficina 2º ano

Aproveitem para comentar e deixar algo que lembre estes jovens autores do seu mérito e valor.

sexta-feira, maio 07, 2010

“taperecorderjacking”



Reparem na classe! Na agilidade de mãos!
Reparem na extrema qualidade dos movimentos atingidos apenas (presumo) pela longa experiência de anos de estudo (quiçá na Moderna)...

Afinal somos um país de primeiro mundo, com serviços de alta qualidade, nada comparado ao terceiro mundista Brasil.




No Público...
Na Sábado...
No IVA by Cão Azul...

sexta-feira, junho 05, 2009

Playing for Change




A saber mais em Playing for Change

terça-feira, dezembro 30, 2008

Questões técnicas...

Não é que eu seja um blogger muito assíduo... Mas sinto-me na obrigação de justificar a minha longa ausência, em especial porque havia promessas a cumprir...

O meu PC entrou em greve este Natal. Logo comigo que sou um defensor do livre arbítrio...
Mas a verdade é que ele decidiu que estava na altura de demonstrar a sua vontade própria e exigir direitos de trabalho.

Depois de longas e complexas negociações... Que passaram por um novo disco rígido (dizia ele que só um não era capaz de assegurar as tarefas diárias), um antivírus com ADSE (para não comprometer a saúde nem a produtividade) e uma revisão geral em busca de spyware (os reacionários do sistema infiltram-se em qualquer sitio...), de falhas de registo (coisas da burocracia) e outros males ao bem estar electrónico da coisa...

Agora que tenho uma máquina produtiva e satisfeita com as suas exigências (espero eu...), posso cumprir com as minhas obrigações...

PS - A VOBIS tornou-se persona non grata do proletariado cá de casa...

terça-feira, dezembro 02, 2008

Parece que é Natal...


António Manuel Rodrigues

segunda-feira, novembro 03, 2008

Mas... Onde vivemos nós afinal?